![]() |
| Reprodução/CNN |
Na acusação apresentada pelo escritório distrital de Manhattan, é alegado que o ex-presidente Donald Trump conspirou para minar a integridade das eleições presidenciais de 2016 nos Estados Unidos. Os promotores afirmam que ele participou de um plano ilegal para suprimir informações negativas, incluindo um pagamento ilegal de US$ 130 mil para silenciar informações que prejudicariam sua campanha.
Trump foi acusado formalmente de fazer entradas falsas nos registros comerciais da Organização Trump em 34 ocasiões, o que constitui um crime. As acusações estão relacionadas a essas entradas, identificadas como tendo sido feitas em 2017.
O julgamento será presidido pelo juiz interino da Suprema Corte de Nova York, Juan Merchan, que já sentenciou o confidente de Trump, Allen Weisselberg, à prisão e presidiu o julgamento de fraude fiscal das Organizações Trump, bem como o caso de fraude criminal do ex-conselheiro Steve Bannon. As autoridades também afirmam que esperam que a estrela de cinema adulto Stormy Daniels seja testemunha no caso.
O promotor distrital de Manhattan, Alvin Bragg, falou em entrevista coletiva após as acusações e destacou que não normalizarão condutas criminosas graves, independentemente de quem seja o acusado. Ele observou que Trump pessoalmente assinou cheques para seu ex-agente Michael Cohen por nove meses, mantendo documentos que continham mentiras fundamentais para encobrir outros crimes. Os promotores planejam produzir a maior parte da ação nos próximos 65 dias, com o julgamento marcado para 4 de dezembro.

