Recentemente, Sergio Ramos, zagueiro espanhol atualmente no Monterrey, viralizou ao lançar a música “Cibeles”, na qual faz críticas ao Real Madrid, clube do qual é ídolo. A situação chamou atenção para uma curiosa tradição: vários jogadores de futebol também investiram em carreiras musicais.
O ex-goleiro do Barcelona, José Manuel Pinto, seguiu o caminho do reggaeton com o nome artístico Wahin, lançando sucessos como “24” e atuando como produtor. Ele chegou a ganhar um Grammy Latino em 2016 e fundou sua própria gravadora, a Wahin Makinaciones.
Já Júnior, ex-lateral e comentarista da Globo, lançou álbuns de samba durante os anos 80 e 90, com faixas como “Povo Feliz (Voa Canarinho)” e o álbum comemorativo “Uma Vez Flamengo, Sempre Flamengo”, dedicado ao clube.
No pagode gospel, Marcelinho Carioca e Amaral formaram o grupo Divina Inspiração, que vendeu meio milhão de cópias, apesar de controvérsias sobre a divisão de lucros.
O ícone Ronaldinho Gaúcho também mantém presença musical, com participações em faixas de samba, pagode e sertanejo, incluindo “Vamos Beber” com João Lucas & Marcelo e Dennis DJ, além do single “Rolê Aleatório”.
Mais recentemente, Gabigol, sob o nome artístico Lil Gabi, estreou no trap em 2021 com “Sei Lá”, integrando futebol e lifestyle em sua música e sendo o primeiro trapper a aparecer no Fantástico.
Por fim, o holandês Memphis Depay começou sua carreira musical em 2018, lançando faixas como “No Love” e “Blessing”, com colaborações frequentes e referências ao Corinthians, mantendo a música paralela à sua trajetória esportiva.
Esses exemplos mostram que, para alguns atletas, o talento vai muito além dos gramados, unindo esporte e música em carreiras multifacetadas.
