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Proprietários de Área na Nova Monte Serrat, Itupeva, Emitem Nota Esclarecendo Acusações de Suposto Crime Ambiental e Destacam Medidas Judiciais em Curso

Recentemente, a área de 90 mil m² localizada na região de Nova Monte Serrat, em Itupeva, foi alvo de polêmica após denúncias feitas pelo candidato Renato de Andrade, que acusou os proprietários do terreno de cometerem um suposto crime ambiental. A denúncia, que ganhou visibilidade por meio de vídeos divulgados nas redes sociais, mostrava maquinário operando no local, o que gerou uma grande comoção pública.

No entanto, os proprietários da área emitiram uma nota esclarecendo a situação. De acordo com a defesa, o terreno em questão é uma propriedade privada, sendo que parte dele foi invadida por terceiros, o que resultou no ajuizamento de uma ação judicial para reintegrar a posse legítima aos proprietários.

A nota também destaca que, conforme informações obtidas junto à Prefeitura de Itupeva, apenas uma pequena parcela do terreno está classificada como Área de Preservação Permanente (APP). É precisamente nessa área protegida que um loteamento clandestino se formou, com os invasores desmatando e construindo moradias ilegalmente, configurando um crime ambiental.

Segundo a nota, os vídeos que geraram controvérsia mostram maquinário em um local distinto da APP, onde estava sendo realizada uma limpeza linear para fechamento da propriedade, com o intuito de evitar novas invasões. Segundo os proprietários, as acusações de crime ambiental são infundadas e foram feitas com base em informações falsas.

A Prefeitura de Itupeva, por meio do Departamento de Regularização Fundiária, está acompanhando de perto o caso e agindo dentro de suas possibilidades para evitar a proliferação de loteamentos clandestinos. Além disso, medidas judiciais estão sendo tomadas contra os responsáveis pelas construções ilegais, sendo o processo conduzido em segredo de justiça.

Os proprietários também ressaltaram seu compromisso em lidar com a situação de forma humanizada, buscando resolver o conflito de maneira justa e dentro dos limites do ordenamento jurídico. Eles reforçam a importância de esclarecer os fatos à população, para evitar a disseminação de informações.