Morre, aos 102 anos, a escritora, poetisa e artista plástica Léo Gentini

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Morreu na tarde desta quinta-feira (25), a escritora, poetisa e artista plástica,  Leonira Gentini, a “Dona Léo”, como era conhecida em Itupeva. Aos 102 anos, Léo estava internada no Hospital Nossa senhora Aparecida, em Itupeva. A família não divulgou a causa da morte. 

Natural de Potirandaba, interior de São Paulo, Léo era solteira e vivia com a irmã. Descendente de imigrantes italianos, foi alfabetizada aos 13 anos. Foi trabalhando como telefonista na cidade de Presidente Bernardes, que Léo descobriu a intimidade com a escrita, e onde começou a rabiscar os seus primeiros contos e poesias, ainda na casa dos 20 anos. 

Dona de um sorriso que não a abandonava, Léo, que lutava contra a hanseníase e os problemas de saúde decorrente da idade, se divertia contando as histórias de sua vida, principalmente as de quando ela trabalhava com “jogo do bicho” em São Caetano, ACB Paulista.  

Chegando em Itupeva na década de 1990, Leo levou como ofício de sua vida, o que antes era apenas um passatempo, a arte, onde desenvolveu desenhos, quadros e escreveu dois livros, o primeiro, de poesias, foi lançado aos 94 anos, e o segundo, de contos quando ela havia completado 100 anos.  

Ainda não há informações sobre o velório e sepultamento de Léo.

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