Jovem de Jundiaí relata sérios danos causados pelo uso de cigarro eletrônico

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Uma história impactante emerge de Jundiaí, onde Thaís Souza, uma jovem de 24 anos, travou uma árdua batalha pela vida depois de sofrer complicações de saúde alarmantes relacionadas ao consumo de cigarro eletrônico. Seu testemunho serve como um alerta contundente sobre os perigos inerentes a esses dispositivos, especialmente entre os jovens.

Thaís agora clama por uma mudança no comportamento dos jovens, instando-os a abandonarem o hábito de consumir cigarros eletrônicos. Ela compartilha sua experiência marcante após enfrentar o diagnóstico de trombose na perna esquerda, seguida de embolia pulmonar - condições médicas diretamente correlacionadas ao uso de cigarros eletrônicos.

Sua trajetória a levou a buscar tratamento no Hospital São Luiz, em Campinas, onde recebeu cuidados médicos do Dr. Giovani Molinari, um cirurgião vascular de Jundiaí. Thaís abriu o coração ao "Jornal da Região", compartilhando como seu consumo regular de cigarros eletrônicos a arrastou para uma espiral de dependência.

Há cerca de 20 dias, os primeiros sintomas começaram a aparecer, incluindo dores de cabeça lancinantes, seguidas por dificuldades respiratórias e dores nas pernas, acompanhadas por uma sensação de formigamento perturbadora. Em 13 de agosto, Thaís foi admitida no hospital, dando início a uma árdua luta pela vida que a manteve na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) por dois dias.

A jovem cheia de energia se viu subitamente encurralada em uma cama de hospital, sujeita a tratamentos intensivos, incluindo anticoagulantes e terapia respiratória. Thaís compartilhou sua experiência emocional, destacando: "Ontem, fui transferida para um quarto com sinais vitais mais estáveis. Contudo, a trombose deixou minha perna com mobilidade reduzida. Vou precisar de sessões de fisioterapia para recuperar a plena funcionalidade, já que ambas as pernas foram afetadas por essa 'desaceleração'".

Ela lamentou profundamente: "Minha perna jamais será a mesma. Uma jovem outrora saudável, sem histórico de problemas de saúde, mas um vício em cigarro eletrônico me conduziu a esse estado debilitante. Faço um apelo para que todos evitem esse tipo de cigarro".

Após enfrentar dias dolorosos, Thaís compartilhou uma mensagem de esperança na quinta-feira (17): "PESSOAL, GRAÇAS A DEUS, ESTOU BEM! Foram dias de sofrimento intenso. Recebi alta ontem e estou em tratamento domiciliar. Embora seja cedo para afirmar que estou completamente recuperada, é inegável que o cigarro eletrônico deixou marcas profundas e dolorosas em minha vida. Sinto-me grata por estar bem e por ter a oportunidade de viver e compartilhar minha jornada. Agradeço a todos que me enviaram mensagens de apoio e espero que minha experiência sirva de lição, inclusive para meus amigos e colegas. 🙏🏻❤️😢" 

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