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Delegada revela motivação por trás do crime contra grávida de 8 meses após polícia encerrar inquérito

 

 Foto: Reprodução redes sociais e circuito de segurança

De acordo com as investigações, quando Diogo precisava explicar sua ausência à esposa, ele costumava dizer que estava internado em uma clínica de tratamento para depressão ou jogando pôquer em diferentes lugares. Letycia, por sua vez, também usava essas desculpas, mas afirmava que estava viajando para visitar parentes em outros locais, inclusive fora do país.

A delegada Natália Patrão revelou que Letycia questionava Diogo constantemente sobre o fato de ele não apresentá-la à sua família. No entanto, a esposa mantinha uma relação excelente com a família dele.

Segundo o promotor do caso, Diogo sofria de problemas de depressão e era viciado em jogos e pornografia online. Conforme a relação com Letycia ficava mais séria, ele se afundava cada vez mais em episódios depressivos.

Além disso, a delegada afirmou que a vida profissional de Diogo teve uma mudança brusca em relação ao ano anterior. Em 2022, ele apresentou diversos atestados médicos e faltou ao trabalho sem justificativa. No entanto, antes do crime, Diogo começou a frequentar a universidade mesmo em dias que não precisava comparecer. A polícia suspeita que ele estivesse tentando criar um álibi.

A delegada também informou que, segundo as investigações, Diogo contratou Gabriel Machado para intermediar o crime. Gabriel, por sua vez, contratou Dayson dos Santos como atirador e Fabiano Conceição para ser o condutor da moto usada. Em depoimento, Gabriel afirmou que recebeu R$ 5 mil para que o crime fosse realizado.

Atualmente, Diogo e os outros três envolvidos no crime encontram-se presos. Enquanto os demais cumprem prisão preventiva, Gabriel está em prisão domiciliar, já que é pai de três filhos com deficiência.