A representação de mulheres no cargo executivo máximo em empresas da lista Fortune 500 atingiu um marco histórico em 2023, superando a marca de 10%. No entanto, essa conquista está em risco diante do crescente número de casos de burnout em mulheres em cargos de liderança.
Desde o início da pandemia, o burnout tem levado as mulheres a deixarem as empresas em um ritmo acelerado, especialmente devido à sobrecarga de trabalho e à falta de reconhecimento. Infelizmente, esse é um problema que afeta mais as mulheres do que os homens, como apontado por uma pesquisa com 10.000 trabalhadores de escritório em tempo integral de diferentes países, na qual 46% das mulheres relataram esgotamento no trabalho, enquanto 37% dos homens tiveram a mesma percepção.
Essa tendência é particularmente preocupante, uma vez que a saúde e o bem-estar dos colaboradores são fundamentais para a sustentabilidade das empresas a longo prazo. Com empresas como a Amazon e a Goldman Sachs implementando programas de retorno para atrair executivas que saíram de seus cargos, é fundamental que as organizações adotem medidas para lidar com o problema crescente do burnout em suas lideranças femininas. Caso contrário, o progresso na inclusão e diversidade nas empresas da Fortune 500 pode ser interrompido.
Fonte The News.cc
