O jogador de futebol iraniano Amir Nasr-Azadani, de 26 anos, pode ser executado por fazer campanha pelos direitos das mulheres no seu país.
De acordo com a IranWire, o sistema judicial da República Islâmica planeja enforcar o zagueiro pela morte do coronel Esmaeil Cheraghi e dois membros do Basij (oficialmente Nirouye Moqavemate Basij), uma milícia paramilitar voluntária fundada por ordem de aiatolá Khomeini em novembro de 1979, após a Revolução Islâmica.
Ainda segundoo a IranWire, Nasr-Azadani e outros dois acusados apareceram na televisão estatal em 20 de novembro, quando leram uma confissão "forçada". A IranWire acrescentou que estava ciente de que Nasr-Azadani, que anteriormente já atuou pelos times Rah-Ahan, Tractor e Gol-e Rayhan, no Irã, estava presente nos protestos.
No entanto, aelga-se que ele nunca esteve perto da área onde Cheraghi e os dois membros do Basij foram mortos. Uma fonte acrescentou que o seu envolvimento nos protestos se limitou a entoar palavras de ordem por algumas horas.

