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QUE TAL COMEÇAR O PLANEJAMENTO PARA PRATICAR SUA TRABALHABILIDADE

                     




Você sabe o que significa TRABALHABILIDADE? É diferente de EMPREGABILIDADE?  São dois termos bem comentados na atualidade, mas nem todos sabem explicar bem qual a diferença. Vamos lá.

Na era da EMPREGABILIDADE que se desenvolveu até os anos 90, a recomendação é que o trabalhador se preparasse continuamente, em termos de adquirir e desenvolver  conhecimentos, habilidades e competências, num enfoque mais tecnicista,  para ter condições de ser competitivo em diversos processos seletivos de empresas renomadas e pudesse conquistar seu sonhado emprego com carteira assinada, e assim quem sabe, obter crescimento profissional e  maior estabilidade material e os benefícios tão sonhados.

A partir dos anos 2.000, com o desenvolvimento e aplicação de novas tecnologias, a chamada INDÚSTRIA 4.0, o mundo do trabalho vem passando por grandes transformações. A automação, a introdução das tecnologias digitais e aplicação da realidade virtual, nos processos produtivos de produtos e serviços, mudou completamente a configuração da atuação profissional das pessoas.

Surge então o conceito de TRABALHABILIDADE que apregoa que precisamos nos conhecer profundamente e reconhecer que conhecimentos, competências, habilidades e atitudes já temos desenvolvidas e quais precisamos ampliar ou desenvolver para alcançarmos novas oportunidades que possam gerar trabalho e renda para si e para outros que possam se agregar e, riqueza para a localidade em que está inserido, naquele momento da sua vida e quem nem sempre, tem uma relação de vínculo formal  do tipo empregado/empresa.


As competências socioemocionais ganham espaço, aquelas habilidades comportamentais que nos diferenciam das máquinas como empatia, criatividade, resiliência emocional, autonomia, iniciativa, colaboratividade, senso crítico e tantas outras que nos capacitam a executar atividades específicas que um robô não é capaz de atender como hospitalidade, bem-estar, lazer, entre outros.

Paralelamente, as Universidades já começaram a adaptar suas matrizes curriculares para atender essa demanda, inserindo disciplinas que potencialize a formação de profissionais que tenham esses novos requisitos despertados e desenvolvidos, trazendo a percepção que o trabalho pode sim, trazer conquistas materiais e prazer emocional quando podemos atuar como que somos melhores e gostamos e mais ainda, quando podemos estender esses realizações à mais pessoas.

Convido a todos a analisar-se sobre a perspectiva profissional da TRABALHABILIDADE e assim poder identificar novas possibilidades para alcançar seu sucesso.  Num próximo artigo, vamos tratar sobre a relação de TRABALHABILIDADE e EMPREENDEDORISMO.

Profa Cristina Mendonça é Química, Pedagoga, Especialista em Gestão da Qualidade. Gestora do Núcleo de Empreendedorismo, Trabalhabilidade e Inovação e de Polos EAD da Cruzeiro do Sul Educacional S/A.

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