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“Vassoura” é baleado e morto dentro de estúdio de tatuagem na Rua do Retiro, em Jundiaí







A Polícia Civil de Jundiaí apura a morte de um homem identificado como Marcio Roberto Jordin, conhecido pelo apelido de “Vassoura”, de 43 anos, dentro de um estúdio de tatuagem na rua do Retiro, por volta das 15h30 desta terça-feira (15).

Jordin era pessoa bastante conhecida na cidade e foi alvejado pelo menos cinco vezes por disparos de arma de fogo calibre .40, segundo informações de policiais militares responsáveis pelo atendimento da ocorrência.





De acordo com as informações preliminares, ele havia acabado de fazer uma tatuagem, quando o atirador entrou e o executou, sem dar chance para que pudesse reagir.

Já o proprietário do estúdio chegou a publicar uma foto em sua rede social dizendo que estava bem e que, na verdade, ocorrera um assalto em frente do estabelecimento. A vítima teria corrido para o interior e sido alvejada neste momento.

No entanto, a principal hipótese investigada pela polícia é de execução, com informações dando conta de que o atirador chegou de carro, desceu, entrou no estúdio e atirou contra Jordin, fugindo logo em seguida, sem fazer nenhum mal ao tatuador ou roubar algo.

Vítima

Jordin já registrava antecedentes criminais e, em 2015, chegou a ter a prisão temporária decretada pela Justiça, acusado de participação em uma tentativa de assassinato. 

Na ocasião, observou a juíza Euzy Lopes Liberatti no despacho: “Os documentos apresentados pela autoridade policial se revelam suficientes para a decretação da prisão. Não bastasse a gravidade do delito, a justificar de plano a medida severa, o investigado empreendeu em fuga após tentativa de abordagem da autoridade policial e é de se ver que em liberdade poderá prejudicar diligências policiais ainda necessárias para a completa elucidação do delito”. O processo ainda tramita pela vara.





p

Em 2017, “Vassoura” cumpria pena por outra tentativa de homicídio, desta vez ocorrida no dia 9 de setembro de 2006, por volta das 2h30, na rua Messina, proximidades da avenida 9 de Julho.

De acordo com a denúncia do Ministério Público, o crime ocorreu por motivo torpe após discussão do réu e outros amigos com um casal. Este último teria sido perseguido por “Vassoura”, que, com dois comparsas no carro, atiraram com uma arma de fogo no veículo do desafeto.

Enquanto a jovem foi atingida no seio esquerdo, seu companheiro foi baleado no pescoço. Em setembro de 2007, o juiz Jefferson Barbin Torelli pronunciou os réus, determinando que fossem submetidos ao Tribunal do Júri.

Jordin também registrava passagens pela polícia por adulteração de sinal identificador de veículo e receptação.

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