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Polícia investiga morte de bebê de 5 meses em creche particular de São Paulo


A polícia investiga a morte de uma bebê de cinco meses em uma creche particular de Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo.

O Pai da criança relatou ao Portal G1 que deixou a criança na escola nesta quinta-feira (24). Três horas depois, ele recebeu uma ligação da responsável pela unidade de ensino dizendo que a filha tinha morrido, sem dar explicações para a causa.

No final da tarde desta quarta, a declaração de óbito apontou que a bebê teve um edema pulmonar. A família alega que ela não tinha nenhum problema de saúde.

A bebê ficava na creche porque Claudimar e a esposa trabalham fora durante o dia, ele como autônomo e ela como montadora de peças hospitalares.

A família registrou boletim de ocorrência no 1º DP de Itapecerica da Serra, que registrou o óbito como "morte suspeita". A Secretaria da Segurança Pública informou que foram solicitados exames periciais para identificar as causas da morte, que estão em elaboração.

Outro agravante são as acusações de maus tratos que pesam contra a escolinha. No final de 2019, uma mãe abriu uma denúncia no Conselho Tutelar da cidade após seus dois filhos, que ficavam no local, se negarem a irem à creche. Ela chegou a procurar funcionárias antigas do espaço após uma de suas filhas chegar sem um tufo de cabelo. Na ocasião, foi informada de que os bebês eram deixados sozinhos com suas mamadeiras e, quando choravam, ficavam em um quarto escuro até pararem.

Outras histórias semelhantes também aconteceram. No começo de 2020, um pai registrou boletim de ocorrência no 1ºDP de Itapecerica da Serra após sua filha chegar em casa com hematomas nos olhos, uma mancha roxa no braço e arranhões na perna.

A Prefeitura de Itapecerica da Serra informou que o local estava em situação irregular e que "a Secretaria de Educação utilizou-se de todos os meios cabíveis e legais para interromper as atividades na instituição".

A prefeitura do município paulista informou que o local estava em situação irregular e que “a Secretaria de Educação utilizou-se de todos os meios cabíveis e legais para interromper as atividades na instituição”.

“[Em março deste ano] o Conselho Tutelar realizou a devolução das crianças para os pais/responsáveis, que também foram orientados ao funcionamento irregular da instituição e que os menores não tinham as mínimas condições de segurança para a permanência no local”, diz a prefeitura em nota.

A responsável pela Escolinha Crisântemos não se pronunciou.  



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