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Polícia ainda não tem pistas sobre o assassinato de “Vassoura”


A Polícia Civil de Jundiaí ainda não tem pistas da autoria do assassinato que vitimou, na última terça-feira (15), Marcio Roberto Jordin, de 43 anos, conhecido pelo apelido de “Vassoura”.

Jordin era bastante conhecido na cidade e sua morte repercutiu nas mídias sociais, com muita gente lamentando sua morte. Ele foi assassinado em um estúdio na rua do Retiro, onde havia acabado de fazer uma tatuagem.

No momento da chegada da PM ao local, uma equipe da Polícia Civil já fazia levantamentos no local para entender a dinâmica do crime. Ainda durante a tarde, a Delegacia de Investigações Gerais (DIG) assumiu o caso.

Considerada unidade especializada da Civil, a DIG é responsável por apurar delitos de autoria desconhecida e dispõe de mais investigadores que outros distritos policiais. Em Jundiaí, são sete os DPs.

Investigações

O que se sabe sobre o caso até agora é que Jordin havia deixado o estúdio após de terminar a tatuagem e permanecido na calçada, em frente do estabelecimento. Pouco tempo depois, voltou correndo para o interior perseguido pelo assassino, que disparou cinco vezes contra ele e fugiu.

O atirador teria chegado ao local em um veículo, com o qual fugiu logo em seguida. Não sabe se ele mesmo dirigia o carro ou se contou com um comparsa para lhe dar fuga.

Fonte - ImprensaPolicial

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