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Jundiaí - Menina com doença rara relata emoção após transplante de fígado no Hospital São Vicente

Jogar bola, correr, brincar com os cachorros ou andar de bicicleta são atividades simples, mas que significam muito para a pequena Mikaela, de 11 anos, que vive em Jundiaí. A menina passou por um transplante de fígado há um ano por causa de uma doença rara. A doação foi feita pela amiga da tia, que se sensibilizou com a história.

Mikaela precisou entrar na fila do transplante aos seis anos de idade, já que ninguém da família era compatível. Segundo a mãe da menina, Cristiane de Araújo, ela chegou ser desacreditada pelos médicos. Foi quando Tiane, uma colega de trabalho da tia da menina, soube da história.

“Minha irmã falou pra ela que ela precisava de um doador do tipo sanguíneo O+ ou B+. Aí ela falou: eu sou O+, posso fazer os exames ,e se for compatível, eu doou. E foi de livre e espontânea vontade. Ela falou eu ‘vou doar’ e doou”, explica Cristiane.

A doadora se tornou uma segunda mãe para a Mikaela e elas conversam sempre, mesmo a distância. A cirurgia ocorreu em março do ano passado.

Menina com doença rara relata emoção após passar por cirurgia de transplante de fígado

Mais de 600 captações de órgãos
Desde 2008 foi criada uma comissão no Hospital São Vicente de Jundiaí que cuida da captação de órgãos. A equipe abre o protocolo para identificar o paciente com morte cerebral e quando existe a possibilidade de doação.

Nos últimos dois anos foram feitas 26 captações de órgãos no Hospital São Vicente. No total, mais de 600 órgãos foram captados e ajudaram a salvar outras vidas.

De acordo com a coordenadora da captação dos órgãos no hospital, Thais Fernanda Santos, só depois de confirmada a morte cerebral é que a equipe conversa com a família sobre a possibilidade de doação dos órgãos.

“Em cinco horas a família vai saber se o ente dela morreu ou se está em coma, vivo. A partir daí é verificado no prontuário se o paciente é viável para doação de órgãos ou não”, explica a coordenadora.

Depois que a família autoriza a doação começa a busca pelo paciente na fila de transplante que seja compatível com o doador.

(Texto/Imagem: G1)

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