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Polícia de Minas Gerais investiga morte de paciente de 33 anos que havia tomado as duas doses da vacina. Ela tinha diabetes e autismo severo


A polícia de Minas Gerais está investigando, em Itaúna,  o óbito de uma mulher de 33 anos de idade, por Covid-19, após ela ter tomado as duas doses do imunizante Coronavac. A segunda dose foi aplicada 42 dias antes dela falecer.Ela tinha autismo severo e diabetes tipo 2.

A paciente estava à espera de um leito de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e vivia em uma casa de acolhimento. Ela chegou a ser internada em um hospital em 19 de março e morreu sete dias depois. 

A primeira dose da vacina foi dada em 28 de janeiro e a segunda dia 12 de fevereiro. O tempo para proteção após as aplicações é de duas semanas, de acordo com informações do Butantan, e o caso será investigado.

No Brasil, Vacinação  já reduziu os casos graves de covid-19 entre idosos

A Vacinação já reduziu o número de mortes de idosos no Brasil, no Distrito Federal, em fevereiro, 26,8% dos óbitos por decorrência do novo coronavírus registrados foram de pacientes acima dos 80 anos de idade. Até 24 de março, esse percentual caiu para 16,6%. Uma redução significativa, tendo em vista que o percentual de pacientes infectados pela covid-19 nesta faixa etária permanece o mesmo desde janeiro, totalizando 2% dos casos registrados por mês.

 Em São Paulo, dados  apontam que o número de novas internações de idosos com 90 anos ou mais pela doença caiu 57,7% após o início da campanha de vacinação. As mortes cairam cerca de 70%.

 Nos últimos dias, a Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo divulgou dados que apontaram que após a vacinação, mortes de idosos entre 85 e 89 anos por Covid-19 caíram 51% na cidade em fevereiro e atingiram o menor número desde outubro.


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