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terça-feira, 23 de fevereiro de 2021

Região - Pedreiro de 48 anos é preso por abusar de criança de 10


Uma menina de apenas 10 anos foi vítima de um tarado em Várzea Paulista. O criminoso foi identificado como um pedreiro de 48 anos. Ele foi preso pela Polícia Militar por estupro de vulnerável.

O caso ocorreu na Vila Popular. Segundo relato da criança, o abusador sexual bateu palmas em sua casa e a agarrou assim que ela saiu para ver quem era.

Não disse se estava sozinha em casa, mas que foi levada até uma praça, onde foi beijada e teve as partes íntimas tocadas pelo criminoso. Por sorte, populares notaram o abuso e correram para ajudá-la.

Com a chegada da Polícia Militar, o homem recebeu voz de prisão em flagrante e foi levado à delegacia local. Apesar das testemunhas, ele chegou a dizer que queria apenas conversar com a menina.

O argumento não foi aceito pelo delegado, que o autuou por estupro de vulnerável. O crime é inafiançável e tem pena de até 15 anos de reclusão ao autor de “conjunção carnal” ou prática de “outro ato libidinoso com menor de 14 anos.

Depois de autuado, ele foi levado ao Centro de Triagem de Campo Limpo Paulista para aguardar audiência de custódia. 

O procedimento é realizado pelo Poder Judiciário, em até 24 horas da prisão em flagrante. Nele, não é analisado o mérito, mas apenas as circunstâncias da prisão. Caso se verifique que não houve irregularidades, é decido pelo juiz pela permanência ou não do réu atrás das grades o processo criminal.

Números

Em Várzea Paulista, durante o ano passado, 37 boletins de ocorrência de estupro foram anotados pela polícia. Destes, 75%, ou seja, 28 registros foram de estupro de vulnerável.

A quantidade é superior à verificada em 2019, que fechou com 23 abusos contra pessoas com menos de 14 anos e 14 estupros em si, segundo dados da Secretaria de Segurança Pública (SSP) de São Paulo, responsável pelas estatísticas criminais de todo o Estado.

Em Jundiaí, os estupros somaram 72 em 2020, com 55 deles de vulnerável. É uma porcentagem ainda maior (76,3%) quando comparada com a de Várzea Paulista.

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