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Irmãs são internadas com Síndrome de Haff após comerem peixes. Saiba mais sobre a doença


Duas pernambucanas estão internadas no Hospital Português, no Recife, após a ingestão de um peixe da espécie arabaiana ter causado fortes dores nos músculos além de uma urina escura. Uma delas está na UTI. A Secretaria de Saúde diz que estado tem cinco casos suspeitos.

Os sintomas nas irmãs tiveram início quatro horas após a refeição. A mãe das duas pacientes fez um apelo para que informações sobre a doença sejam mais divulgadas para a população com o objetivo de evitar outros casos.

“Essa é uma síndrome pouco conhecida, inclusive nos hospitais, é uma raridade. A fiscalização tem que bater em cima, pois estamos na Quaresma, quando se come muitos peixes e crustáceos. A população precisa ficar ciente que pode haver uma infecção”, relatou Betânia.

O médico infectologista Filipe Prohaska, explica que não é possível identificar a toxina nos peixes por meio de alteração no sabor e nem no cheiro. “O que chama atenção é que o peixe não foi guardado e acondicionado de maneira adequada. Com isso, ele cria uma toxina no interior que não tem nem odor nem sabor”, explica. Outra espécie passível de desenvolver a toxina é o tambaqui.

A principal teoria é que as algas carregam toxinas, esse peixe come e a toxina fica armazenada na carne do peixe. O paciente acaba sendo intoxicado durante a ingestão e a toxina vai para os músculos


Os principais sintomas da Síndrome de Haff são:


falta de ar;

dormência e perda de força em todo o corpo;

urina cor de café (leia mais sobre isso abaixo).

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