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Brasileiros defendem Zé Gotinha após comparação com Ku Klux Klan feita por americana




Um tuíte de uma usuária norte-americana chamada @RoxxaneLaWin gerou polêmica nesta semana ao comparar o Zé Gotinha (lá chamado de Little Droplet) com a fantasia da Ku Klux Klan, grupo que promove o racismo criado nos Estados Unidos.





A postagem acusava as autoridades brasileiras de não terem feito uma verificação adequada na criação do mascote. "O mascote da vacina do Brasil talvez pudesse ter passado por mais alguns níveis de verificações e aprovações", diz ela em mensagem com uma foto de uma pessoa fantasiada de Zé Gotinha, com uma roupa claramente de baixo orçamento (no alto).


A postagem foi apagada após a repercussão, mas não sem antes receber muita reação dos brasileiros:

"Como negro brasileiro, acabei de ver o Zé Gotinha. Literalmente, não damos a mínima para o que os norte-americanos pensam, porque para nós é só Zé Gotinha", escreveu @Winxyzinha.

"Ele é um ícone brasileiro e foi projetado para ser uma vacina contra a poliomielite e criado para encorajar as crianças a não terem medo. O traje que você postou era de baixo orçamento, vindo de uma região extremamente pobre. Estamos muito orgulhosos deste mascote", escreveu @ 10_conto.

"Além disso, estamos familiarizados com os horrores de KKK. Felizmente, essa organização em si não era forte aqui, embora tenhamos enfrentado - e ainda enfrentemos - grupos de supremacia branca. Mas a questão é que sua postagem foi desrespeitosa e mostra falta de conhecimento cultural", acusou outro usuário.





O Zé Gotinha foi criado em 1986 pelo artista plástico Darlan Rosa, depois que o Ministério da Saúde realizou um concurso nacional nas escolas para escolher o nome. A agência de saúde pública então implantou o mascote como parte de uma campanha massiva para aumentar a conscientização de pais e filhos para a vacinação contra a pólio.




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