Bolsonaro desautoriza compra de Vacina Chinesa - Itupeva Agora

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quarta-feira, 21 de outubro de 2020

Bolsonaro desautoriza compra de Vacina Chinesa






Por meio de suas redes sociais, o Presidente Jair Bolsonaro, informou que desautorizou a compra da Vacina Coronavac pelo Ministério da Saúde.
O seguinte texto foi postado pelo presidente
- A vacina chinesa de João Dória: - Para o meu Governo, qualquer vacina, antes de ser disponibilizada à população, deverá ser COMPROVADA CIENTIFICAMENTE PELO MINISTÉRIO DA SAÚDE e CERTIFICADA PELA ANVISA.
- O povo brasileiro NÃO SERÁ COBAIA DE NINGUÉM.
- Não se justifica um bilionário aporte financeiro num medicamento que sequer ultrapassou sua fase de testagem.
- Diante do exposto, minha decisão é a de não adquirir a referida vacina.






O que se sabe sobre a Coronavac? O governo de São Paulo anunciou que pretende vacinar contra o novo coronavírus toda a população do estado até o final de fevereiro e também já confirmou que, após os profissionais de saúde, os professores serão os próximos a receberem a vacina Coronavac, produzida farmacêutica chinesa Sinovac, em parceria com o Instituto Butantan. 





Os testes foram iniciados na China, ainda nas fases anteriores, onde os estudos mostraram que ela é segura. Já no Brasil, os testes da fase 3 foram iniciados no final de julho e, segundo a farmacêutica, outros 10 países também são parceiros para testes, sendo que além do Brasil, que foi escolhido por conta do alto número de casos (é o segundo país com mais pessoas infectadas, em números absolutos, atrás apenas dos Estados Unidos), também testes já foram iniciados na Indonésia e, mais recentemente, na Turquia. 

Desde julho também, a vacina já está sendo usada emergencialmente na China como parte de um programa para vacinar grupos de alto risco, como equipes médicas e, mais recentemente, foram aprovados os testes em crianças e adolescentes.





De acordo com a Sinovac, a vacina experimental CoronaVac SARS-CoV-2 é baseada em um patógeno inativado feito cultivando todo o vírus em um laboratório e depois matando-o, que é como as vacinas contra a poliomielite são feitas.

A estratégia da Sinovac contrasta com muitos outros esforços de desenvolvimento da vacina COVID-19 que envolvem o uso do DNA ou RNA de suas vacinas candidatas. Essas novas tecnologias levam mais tempo para serem fabricadas porque o vírus vivo deve ser cultivado em culturas e depois inativado.





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