Preços disparam nos supermercados da região: Clientes percebem arroz, feijão, óleo e carne mais caro - Itupeva Agora

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segunda-feira, 7 de setembro de 2020

Preços disparam nos supermercados da região: Clientes percebem arroz, feijão, óleo e carne mais caro






Os preços nos supermercados estão cada vez mais caros na região de Jundiaí e em todo o país. “Com a pandemia, as pessoas estão ficando mais em casa e o consumo de alimentos aumentou, de forma generalizada. Com o aumento do consumo, aumenta também a escassez, e consequentemente, os preços”, avaliou um comerciante.




Recentemente, viralizou no Twitter uma foto em que um dos supermercados do Paraná, anunciou um pacote de arroz por R$ 42,99. “Não vai ter uva passa no arroz se não tiver arroz”, ironizou a postagem da conta "Nazaré Amarga". Em Jundiaí, os clientes vem sentindo de maneira mais forte o aumento no preço do quilo da carne, que ficou 23,39% mais caro em um ano. Fatores como a estiagem, a redução da oferta e a valorização na arroba influenciaram no aumento de preços.
O aumento no preço, impactou também os restaurantes da cidade, em entrevista ao Portal G1, Valdemir Antônio Pinardi, dono de um restaurante de Jundiaí, disse que está tentando repassar uma parte aos consumidores, ao mesmo tempo em que vem reduzindo a sua margem de lucro, para não atrapalhar as vendas
"A gente tem que ir repassando aos poucos de uma forma que não atrapalhe a venda. Então, a gente reduz um pouco a margem, mas também não pode ficar sem parte do lucro para o pagamento das despesas."




De acordo com o dono de açougue, Francisco Bigotti, são diversos fatores que colaboram com o aumento no preço.
"O primeiro motivo é alto das exportações, batemos recorde em agosto. O segundo, por incrível que pareça, é a falta de boi gordo no pasto, temos pouco boi para venda. E o terceiro, é que teve um alto consumo interno dos consumidores aqui e a volta dos restaurantes", explica Francisco.
Segundo Francisco, a carne suína aumentou 20%. "A carne de porco ainda é uma carne barata e que vale a pena. Então dá para fazer uma bisteca de porco, um lombo, um pernil em bife e um frango que continua o mesmo preço", finaliza Francisco. Foto da Capa Ilustrativa




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