Homem é estuprado e morto após ser acusado de abuso de crianças e polícia conclui que ele era inocente e a história foi inventada - Itupeva Agora

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sexta-feira, 4 de setembro de 2020

Homem é estuprado e morto após ser acusado de abuso de crianças e polícia conclui que ele era inocente e a história foi inventada










Um homem considerado inocente foi supostamente morto por pais de duas crianças que acreditaram que ele as havia molestado. O caso aconteceu no fim de agosto, em Verkhnyaya Pyshma, Sverdlovsk, na Rússia.
Segundo informações do Metro.uk, o caminhoneiro Dmitry Chikvarkin, deu carona a duas crianças, uma de três e outra de 10 anos, até uma cuidadora, a pedido dos pais. Mais tarde, quando a mãe da menina mais jovem, Valeria Dunaeva, de 25 anos, foi busca-las, elas teriam dito que Dmitry “as havia tocado abaixo da cintura”.







Furiosa, a mulher contou ao parceiro, Sergey Chabin, de 33 anos, pai da criança de 10 anos. A dupla então reuniu três outros amigos para punir o caminhoneiro. Uma fonte policial disse ao jornal Znak: "Eles encontraram o homem que anteriormente havia dado uma carona para as crianças. Primeiro, ele foi estuprado (...) Então eles esmagaram sua cabeça com o mesmo cano, quebrando seu crânio.”
A mulher que cuidava das crianças também foi atacada enquanto tentava proteger seu amigo Chikvarkin.
O motorista do caminhão, pai de uma menina de seis anos, estava vivo quando o grupo partiu, mas morreu depois de ferimentos na cabeça, segundo relatos.
Um amigo disse ao jornal Komsomolskaya Pravda: “Ele só queria ajudar dando uma carona para as crianças, mas foi morto.
Após iniciar as investigações do caso, a polícia disse acreditar que a criança mais velha inventou a história do abuso, como se fosse uma brincadeira e concluíram que a acusação era falsa.







Dunaeva e Chabin, juntamente com um suposto cúmplice, Mikhail Ivanov, 27, foram detidos.
Relatórios dizem que eles são acusados de "assassinato com crueldade especial por um grupo de pessoas”. Os homens podem ser condenados à prisão perpétua e a mulher a até 20 anos de prisão. Dois outros supostos agressores estão foragidos.
Um dos amigos da vítima disse ao jornal Komsomolskaya Pravda: “Ele só queria ajudar dando uma carona para as crianças, mas foi morto. Ele nunca faria mal a crianças”.






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