Covid-19: vacina da BioNTech e Pfizer mostra potencial em testes em humanos - Itupeva Agora

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quarta-feira, 1 de julho de 2020

Covid-19: vacina da BioNTech e Pfizer mostra potencial em testes em humanos






A vacina para covid-19 desenvolvida pela empresa alemã de biotecnologia BioNTech e pela gigante farmacêutica dos Estados Unidos Pfizer mostrou potencial e foi bem tolerada no estágio inicial de testes em humanos, informaram as empresas nesta quarta-feira.

A vacina é uma das 17 testadas em seres humanos durante uma corrida global para encontrar uma forma de imunização contra o novo coronavírus, que já infectou 10,5 milhões de pessoas e matou mais de meio milhão até agora.

O tratamento em potencial é o quarto medicamento para covid-19 em estágio inicial a ser promissor em testes em humanos, juntamente com projetos envolvendo a Moderna, a CanSino Biologics e a Inovio Pharmaceuticals.





Resultados

A BioNTech afirmou que os testes de duas dosagens da vacina "BNT162b1" em 24 voluntários saudáveis ​​mostraram que, após 28 dias, os pacientes desenvolveram níveis mais altos de anticorpos para Covid-19 do que os normalmente observados em pessoas infectadas.

A mais alta entre as duas doses – ambas administradas em duas injeções com diferença de três semanas – foi seguida por uma febre curta em três dos quatro participantes após a segunda aplicação.

Uma terceira dosagem, testada em uma concentração mais alta em um grupo separado, não foi repetida devido à dor da injeção. Os resultados foram apresentados em um pré-print, publicação ainda não revisada por outros cientistas e por revistas científicas.

"Esses primeiros resultados de testes mostram que a vacina produz atividade imune e causa uma forte resposta", disse o co-fundador e CEO da BioNTech, Ugur Sahin.
Sahin afirmou que estão sendo preparados ensaios mais amplos para confirmar se isso se traduz em proteção contra uma infecção real. A Pfizer diz que "caso o estudo de segurança e eficácia seja bem-sucedido e a vacina receba aprovação regulamentar, as empresas esperam fabricar até 100 milhões de doses até o final de 2020 e potencialmente mais de 1,2 bilhão de doses até o final de 2021".



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