Fim do mistério: Antiga Duratex será condomínio com mais de 3 mil apartamentos - Itupeva Agora

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segunda-feira, 20 de julho de 2020

Fim do mistério: Antiga Duratex será condomínio com mais de 3 mil apartamentos






Depois de 10 anos de especulação, grande parte delas de que se trataria de um shopping, finalmente foi elucidado o mistério do que será construído no espaço onde funcionava a empresa Duratex, na Ponta São João, em Jundiaí. De acordo com um Estudo de Impacto de Vizinhança publicado na Imprensa Oficial no dia 8 deste mês, o local abrigará mesmo um condomínio com 3,2 mil apartamentos.




A responsável pelo empreendimento é a Emccamp Incorporação, que terá de construir uma nova pote na Avenida Frederico Ozanam, no trecho entre a avenida Américo Bruno e o viaduto Sperandio Pelliciari, melhorar a sinalização viária e o paisagismo daquela região.
A proposta é de construir o condomínio em três etapas. De acordo com o estudo, na primeira serão construídas duas torres, no primeiro lote com área de 10 mil metros quadrados. Com 8 apartamentos em cada torre de 19 andares (apenas cinco no térreo), serão 298 unidades no primeiro momento. O projeto ainda não foi aprovado, de acordo com o gestor de Planejamento e Meio Ambiente da Prefeitura de Jundiaí, Sinésio Scarabello, informou eu o projeto ainda não foi aprovado.
O site da empresa informa que serão três condomínios distintos ao todo: Residencial Veneto, Residencial Toscana e Residencial Piemonte. As informações são de que o lançamento será em breve, com o imóvel pode ser financiado pelo programa Minha Casa, Minha Vida.




Contrapartida – Segundo Scarabello, “a contrapartida que corresponde às três etapas compreende as obras de alargamento da avenida Antônio Frederico Ozanam, realizadas no passado quando do parcelamento da área; a construção de uma nova ponte sobre o Rio Jundiaí; a execução das obras de adequação do sistema viário local à nova situação determinada pela ponte que será construída, além da execução da sinalização de tráfego. Ainda haverá a doação de terreno ocupado pela marginal à ferrovia”.

Com informações do Jundiagora



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