Celular explode e menina de 5 anos sofre queimaduras de 2º grau - Itupeva Agora

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segunda-feira, 13 de julho de 2020

Celular explode e menina de 5 anos sofre queimaduras de 2º grau






Na última terça-feira (7), uma mãe, moradora de Campinas, de 37 anos de idade, passou por um grande susto . Enquanto estava na lavanderia, ela escutou um forte barulho que nas palavras dela "parecia de um tiro"e quando chegou na sala, encontrou a filha de apenas cinco anos de idade em chamas. O acidente ocorreu após a menina pegar o celular de Liliane para jogar, no momento que ele estava carregando. Pouco tempo depois, o aparelho acabou explodindo. As informações são da Revista Crescer.






Segundo Liliane o celular vinha a alguns dias apresentando defeitos, não carregava e muitas vezes desligava sozinho. Mesmo após algumas trocas de baterias, o celular ainda estava ruim. No entanto, o que ela não esperava é que o aparelho, além de prejuízos financeiros, também lhe causaria esta tragédia.

Na semana passada, a mãe colocou o celular para carregar como de costume. Como a filha sempre gostou de brincar com o aparelho, Liliane orientou Elisa a não mexer nele e a deixou assistindo televisão na sala. "Se o celular estivesse carregando, eu sempre falava para não mexer e ela obedecia, mas as crianças por impulso, às vezes, acabam desobedecendo", disse.




Como já estava com defeito, o aparelho acabou explodindo na menina, quando ela foi pegá-lo para jogar. Após o acidente, Elisa sofreu queimaduras nos dois braços, nas duas pernas e no tórax, além de lesões nos lábios e nas narinas. A mãe conta que a filha estava com uma fantasia de bailarina, que também pegou fogo, assim como seu cabelo. No momento do acidente, Liliane estava com o filho Gustavo, 14, em casa, que a ajudou a socorrer Elisa. Nosso primeiro instinto foi levá-la para o banheiro e colocá-la dentro do chuveiro", diz a mãe.

Logo após, a família levou Elisa para o hospital e os médicos constataram que ela estava com queimaduras de 2º grau. "Ela tomou as medicações, mas ainda sentia muita dor", explica Liliane. Como os hospitais estão restringindo a permanência de pacientes, devido à covid-19, a mãe foi orientada a medicar a filha em casa, com remédios e pomadas. Liliane conta que a filha chegou a melhor um pouco, porém à noite ainda chorava muito. Nesta semana, Elisa voltou ao hospital, pois sua queimadura do braço piorou e os médicos pretendem encaminhá-la para um hospital especializado em queimaduras.


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