Programa Vizinhança Solidária vem ajudando a população contra a insegurança - Itupeva Agora

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08 novembro, 2017

Programa Vizinhança Solidária vem ajudando a população contra a insegurança


Como funciona na prática: Com intuito de resgatar a percepção de segurança na sua região, vizinhos (dentre eles um tutor) aproximam-se um dos outros, afastando a indiferença para com o próximo.

Tutor: É o cidadão local, líder comunitário na vizinhança solidária, que será instruído pela PM acerca de prevenção primária entre outras ações. O tutor participará das reuniões do CONSEG.

Visita Comunitária: Periodicamente PM do PVS e integrantes da comunidade farão contato estreitando relações permitindo que a Instituição conheça os reais problemas de segurança pública para providências e soluções;

OBs.: Segundo a Diretriz, a visita comum poderá ser realizada por meio de qualquer Programa de Policiamento instituído pela Polícia Militar.

Visita Solidária: Contato de PM com vítima de ocorrência policial, previamente analisada e triada pelo Cmt de OPM que orientará acerca das medidas de prevenção primária q poderão ser adotadas a partir de então.

Como Participar: O programa é de adesão voluntária; procurar a Cia PM mais próxima, por meio de CONSEG ou de outra associação. O importante é que se organize.

Materialização do PVS: A placa do PVS será custeada integralmente pela iniciativa privada, refletindo a parceria entre a OPM local e entidades comunitárias.

OBS: Essa placa deverá ser confeccionada conforme modelo constante na Dtz e não devem ser afixadas sem obedecer aos critérios da estratégia do policiamento, já que estão atreladas a uma visitação por parte da OPM local, seja por meio de visitas (comunitária solidárias), seja por meio do CPP.

EM ITUPEVA

Em nossa cidade existe alguns bairros já com o programa, mas são bem poucos, um belo exemplo é os bairros Santo Antônio 1 e 2, que implantaram o programa e faz algum tempo já que não se registra nenhum roubo ou furto a residência.


NO INTERIOR

Na área do 31º BPM/I 1ª, 2ª Cia PM, em todos os municípios, funciona a “Ronda Programada”, onde o interessado informa a uma unidade PM o período de viagem. As rondas são realizadas no local durante o período de ausência do proprietário e o “Visita as vítimas de roubo”, que consiste na visita pelo CFP ou CGP a vítimas de roubo logo após ocorrido com o intuito de colher maiores informações e retransmiti-las ao serviço de inteligência

Na área do 7º BPM/I, município de Sorocaba existe o programa “O VIZINHO VIGILANTE”, durante os períodos de férias escolares, além das visitas Comunitárias de Segurança realizadas pela BCS João Teodoro.

CPI-2, 8º BPM/I: PVS com o envolvimento de cerca de 1700 moradores e total envolvimento do CONSEG, resultando na diminuição da criminalidade no local.



NA CAPITAL

Podemos citar o 23º BPM/M – A visita comunitária é desenvolvida nos locais de maiores incidências criminais indicados pelo INFOCRIM, por meio de pesquisas semanais, sua aplicação abrange os bairros da Cia: Jardim Paulista, Vila Beatriz, Pinheiros, Vila Madalena, Alto de Pinheiros e City Boaçava.

Em dez/13, foram realizadas 95 visitas comunitárias em diferentes estabelecimentos e locais divididos nos subsetores, além da readequação do CPP para atender a necessidade de policiamento. Tal procedimento vem sendo bem recebido por moradores, porteiros de condomínios e comerciantes locais, que vem respondendo bem ao propósito.

Polícia Militar anuncia expansão do programa Vizinhança Solidária na Convenção Secovi
Vizinhança Solidária foi o assunto trazido pelo Coronel Glauco. Ele explicou que o programa que forma bolsões de segurança entre prédios, residências e comércio e anunciou que, em 2014, será uma das prioridades da Diretoria de Polícia Comunitária da Polícia Militar. “Já estamos preparando folhetos e, em parceria com o SECOVI-SP, vamos fazer uma ampla divulgação aos síndicos, funcionários de condomínio, administradoras e, principalmente, condôminos. Queremos chegar a uma parcela significativa da população paulista que mora e trabalha em condomínios”, revelou.

O major Elias informou que o programa teve início em Santo André, região metropolitana de São Paulo. Na sequência, o projeto-piloto foi implantado no bairro do Itaim Bibi, na Capital, e, segundo ele, tem dado certo. “Juntos e integrados, temos condições de fortalecer os condomínios e combater o crime”, afirmou o policial.

Para a expansão do programa, o diretor da Polícia Comunitária pediu o apoio dos síndicos no sentido de promoveram reuniões com seus vizinhos e avisou que serão promovidas reuniões com os comandantes dos batalhões para que estes possam absorver o conceito de segurança integrada. “O Vizinhança Solidária é uma faceta do policiamento comunitário”, destacou o Coronel Glauco.

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