Polícia estoura em Itupeva suposto cativeiro que abrigava vítimas de sequestro - Itupeva Agora

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01 fevereiro, 2017

Polícia estoura em Itupeva suposto cativeiro que abrigava vítimas de sequestro


A Polícia Civil estourou uma chácara em Itupeva (SP), que supostamente servia de cativeiro para vítimas de sequestro. A quadrilha – suspeita de sequestrar 20 pessoas nos últimos três meses em Jundiaí e Itupeva – foi descoberta pela polícia após uma investigação conjunta entre equipes das duas cidades. Dois suspeitos foram presos nesta terça-feira (31) e, segundo a polícia, os criminosos agiam principalmente em estacionamento de pontos comerciais. Máscaras, tocas e armas foram apreendidas no local.
Ainda de acordo com a polícia, enquanto as vítimas ficavam presas, os ladrões utilizavam cartões de crédito com as senhas para gastar no comércio. Os suspeitos chegaram a comprar motonetas e skates elétricos.


A investigação de policiais civis de Itupeva e da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Jundiaí levou a prisão de G.H.S e W.O.H. "Eles abordavam com agressividade; apesar de não termos registros de vítimas feridas. Em seguida, ameaçavam essas vítimas para conseguir os cartões bancários e as senhas. Então, elas eram mantidas em cativeiro até que esses cartões pudessem ser utilizados em saques e em compras também", relata o delegado da DIG, Luis Carlos Duarte.
Considerado o chefe da quadrilha, G.G.M é considerado foragido. A mãe dele é dona da chácara onde as vítimas eram mantidas reféns por até 12 horas.
A polícia apurou que duas mulheres faziam parte da quadrilha. "Elas faziam a manutenção desse cativeiro, com a presença das vítimas vigiadas. Inclusive, uma dessas mulheres chegava a abordar as vítimas na companhia dos indivíduos", explica o delegado.
Em uma das ações, os criminosos roubaram uma arma e o colete a prova de balas de um vigilante em uma loja na rodovia dos Bandeirantes. Na saída, ainda teriam atirado para o alto. Ainda de acordo com a polícia, o grupo responde por oito roubos com sequestro.
Os presos foram encaminhados para o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Sorocaba (SP).
As informações são do Portal G1



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